terça-feira, dezembro 29, 2009

Владимир (Vladimir)

No dia seguinte, nem eu nem a Yuliya conseguimos nos levantar antes das 12:30. Uma parte disso foi provavelmente o fuso horário, e outra parte deve ter sido por que a gente estava mesmo cansado.

Nos levantamos, comemos umas panquecas de queijo cottage que a dna. Irina preparou para a gente como "café-da-manhã" (já era tarde para isso), nos vestimos (sim, se vestir para sair na Russia é um evento digno de nota — levei quase 15 minutos para estar em condiões de sair na rua), e saimos para um frio de -4C, vento e neve (com flocos finos e longos, era como se estivesse chovendo alfinetes pequenos).

Vladimir é uma cidade muito antiga e com alguns prédios preservados. Tivemos a oportunidade de visitar a escola onde a Yuliya estudava e o Portão Dourado, que era a antiga porta da cidade (e existe ainda um pedaço de muro preservado logo ao lado).

Dentro do Portão Dourado h&aacu;te um museu meio confuso, onde se pode aprender (em Russo, sempre em Russo) sobre os heróis nacionais do passado remoto e nem tão remoto. Haviam alabardas usadas para defender Vladimir contra Gengis Kan, e haviam fotos e desenhos dos heróis mortos na segunda grande guerra.

Comemos num shopping center ali ao lado, e olhamos vitrines. Eu estou tentando escolher um bibelô para mandar para a minha mãe, o que é que ser´ que ela vai gostar de receber como lembrança de Vladimir?

Depois, fomos ver livros, e, como já era tarde para ver muito mais (eram 18:00 e já estava escuro lá fora) voltamos para casa. Jantar, conversar um pouco, ler e dormir de novo foram as atividades noturnas, coisa bem típica das famílias russas, ao que parece.

Um comentário:

Russo disse...

Compre uma matrioshka. Nunca falha.